Informações gerais de doenças respiratórias
De acordo com os dados epidemiológicos do Ministério da Saúde relacionados aos casos de doenças respiratórias registrados no Brasil em 2025*, foram notificados mais de 230 mil casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) no país, sendo 120.176 (~52,1%) com resultado positivo para algum vírus respiratório. Entre os casos positivos, verificou-se que 35% foram por rinovírus; 21% por influenza (19,5% por influenza A e 2,1% por influenza B); e 14% por metapneumovírus.1
*Dados do Ministério da Saúde, Brasil 2025 até a Semana Epidemiológica 53 (encerrada em 03 de janeiro de 2026)
Neste mesmo período, o Brasil registrou mais de 13 mil óbitos por SRAG, dos quais cerca de 50% apresentaram identificação laboratorial de vírus respiratórios. Entre esses óbitos com confirmação viral, 33% foram atribuídos à influenza, 30% ao SARS-CoV-2 e 23% ao rinovírus.1
Adultos mais velhos podem apresentar maior vulnerabilidade a determinadas infecções respiratórias e complicações, especialmente quando há comorbidades ou outros fatores de risco. Com o envelhecimento, ocorrem alterações graduais no sistema imunológico, que podem contribuir para uma maior suscetibilidade a algumas infecções respiratórias.2
Por isso, para reduzir o risco de contaminação dentro de casa, especialmente entre familiares que convivem no mesmo ambiente e pessoas com sintomas de doenças respiratórias, é importante adotar cuidados de prevenção, como manter uma boa alimentação, evitar contato com pessoas contaminadas, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, lavar as mãos com frequência, usar máscaras e manter a carteirinha de vacinação em dia. 3,4
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Referências Informações gerais de doenças respiratórias:
(1) BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Informe SE 53 de 2025: Vigilância das síndromes gripais – Influenza, Covid-19 e outros vírus respiratórios de importância em saúde pública: edição ampliada. Brasília: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/covid-19/publicacoes-tecnicas/informes/informe-se-53-de-2025.pdf/view. Acesso em: fev. 2026.
(2) FRAGKOU, P. C. et al. Immunosenescence and susceptibility to respiratory viruses: a state-of-the-art review. European Respiratory Review, v. 35, n. 179, 2026. DOI: 10.1183/16000617.0248-2025
(3) CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION (CDC). Preventing Respiratory Illnesses. Atlanta, GA: CDC, data não informada. Disponível em: https://www.cdc.gov/respiratory-viruses/prevention/index.html. Acesso em: 14 ago. 2026.
(4) CAMPINAS. Prefeitura Municipal. Cuidados são essenciais para evitar doenças respiratórias. Campinas: Prefeitura de Campinas, [s.d.]. Disponível em: <https://campinas.sp.gov.br/noticias/cuidados-sao-essenciais-para-evitar-doencas-respiratorias-70841>. Acesso em: set. 2025.
Material destinado ao público geral. PP-A1G-BRA-0924 – Julho 2026
VSR – Vírus Sincicial Respiratório
Em 2025*, o Brasil registrou 43.946 casos e 737 óbitos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) associados ao VSR (vírus sincicial respiratório).1
*Dados do Ministério da Saúde, Brasil 2025 até a Semana Epidemiológica 53 (encerrada em 03 de janeiro de 2026)
O mesmo vírus que causa bronquiolite em crianças, o VSR, pode causar pneumonia em adultos e idosos. A partir dos 60 anos, a infecção está associada a maior risco de complicações respiratórias graves, hospitalizações e óbito, em razão do enfraquecimento natural do sistema imunológico que ocorre com o envelhecimento, além da presença de doenças crônicas.2-4
Algumas condições crônicas que aumentam o risco de infecção grave por VSR são doenças pulmonares (DPOC e asma), doenças cardiovasculares (como insuficiência cardíaca congestiva e doença arterial coronariana), imunocomprometimento moderado ou grave (por doença ou por tratamento), diabetes mellitus, distúrbios renais e hepáticos e distúrbios hematológicos.2
Embora em 2025 o número de casos de VSR seja maior em crianças, o número de óbitos foi maior entre adultos com 65 anos ou mais. Neste período, foram registrados 320 óbitos nessa faixa etária, contra 303 óbitos em crianças de até 4 anos.1,2
A partir de 60 anos, a recuperação da infecção por VSR pode ocorrer de forma mais lenta e pode trazer consequências de longo prazo, como problemas cardiovasculares, além de perda da qualidade de vida.2
Não há tratamento específico para o VSR; por isso, a prevenção é fundamental para reduzir o risco de desfechos graves, incluindo medidas como higiene frequente das mãos, evitar contato próximo com pessoas com sintomas respiratórios, limpeza de superfícies, evitar aglomerações, manter ambientes ventilados e, quando indicado, a vacinação.2,3
Converse com um profissional de saúde sobre as formas de prevenção e mantenha sua vacinação em dia.
Confira as opções de vacinas disponíveis na Araujo.
Referências VSR:
(1) BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Informe SE 53 de 2025: Vigilância das síndromes gripais – Influenza, Covid-19 e outros vírus respiratórios de importância em saúde pública: edição ampliada. Brasília: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/covid-19/publicacoes-tecnicas/informes/informe-se-53-de-2025.pdf/view. Acesso em: fev. 2026.
(2) SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES (SBIm). Vírus sincicial respiratório (VSR). São Paulo: SBIm, [s.d.]. Disponível em: <https://familia.sbim.org.br/doencas/virus-sincicial-respiratorio-vsr>. Acesso em: 19 fev. 2026.
(3) BRASIL. Ministério da Saúde. Vírus sincicial respiratório (VSR). Brasília: Ministério da Saúde, [s.d.]. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/v/vsr>. Acesso em: 19 fev. 2026.
(4) FRAGKOU, P. C. et al. Immunosenescence and susceptibility to respiratory viruses: a state-of-the-art review. European Respiratory Review, v. 35, n. 179, 2026. DOI: 10.1183/16000617.0248-2025
Material destinado ao público geral. PP-A1G-BRA-0924 – Julho 2026