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Qual o melhor antialérgico? Conheça os tipos, efeitos colaterais e como escolher

mulher com alergia tomando antialérgico

Espirros em sequência, coceira insistente, olhos lacrimejando – sinais cada vez mais comuns no dia a dia. Qual o melhor antialérgico para lidar com crises que parecem surgir do nada?

As alergias têm crescido no mundo todo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2024), cerca de 30% da população global sofre com algum tipo de doença alérgica. Esse número tende a crescer, especialmente em grandes cidades, onde poluição e estilo de vida impactam diretamente a saúde.

Nesse cenário, os antialérgicos entram como aliados importantes. Eles ajudam a reduzir a reação do organismo, aliviando os sintomas no dia a dia.

Mas, entre tantas opções, surge a dúvida: como escolher o melhor antialérgico para cada situação? A resposta passa por entender como eles funcionam e quais são as diferenças entre eles.

Anti-histamínico: o que é e como funciona

Se o termo parece técnico, a função é bem direta: anti-histamínicos são os antialérgicos mais comuns.

Eles atuam bloqueando a histamina, substância liberada pelo organismo durante uma reação alérgica. Ela é a responsável por sintomas como:

  • Coceira;
  • Espirros;
  • Coriza (nariz escorrendo); e
  • Vermelhidão na pele.

Ou seja, os anti-histamínicos funcionam como um freio na resposta alérgica. E aqui entra uma divisão importante:

Anti-histamínicos de primeira geração: eficácia com mais efeitos colaterais

Os anti-histamínicos de primeira geração são mais antigos e ainda bastante utilizados, especialmente em casos como urticária.

Eles são eficazes porque bloqueiam a histamina com intensidade, mas têm uma característica importante: atravessam o sistema nervoso central, o que pode causar efeitos como:

  • Sonolência;
  • Diminuição da atenção; e
  • Sensação de cansaço.

Por isso, costumam ser indicados com cautela, principalmente durante o dia.

Anti-histamínicos de segunda geração: mais modernos e com menos efeitos

Já os anti-histamínicos de segunda geração foram desenvolvidos para reduzir esses efeitos.

Eles atuam de forma mais direcionada, com menor impacto no cérebro. Resultado:

  • Menos sonolência;
  • Maior conforto no uso diário; e
  • Boa eficácia no controle dos sintomas.

Por isso, são hoje os mais indicados para casos de rinite alérgica e alergias respiratórias.

Como os antialérgicos agem no corpo?

Para entender melhor, imagine o sistema imunológico como um sistema de segurança. Quando ele identifica algo que considera ameaça – como pólen, poeira ou pelos de animais – dispara um alerta. Esse alerta libera histamina, que causa os sintomas alérgicos.

Os antialérgicos entram justamente nesse ponto.

Eles bloqueiam os receptores de histamina (H1), impedindo que essa substância provoque os sintomas.

Na prática, isso significa:

  • Menos inflamação;
  • Redução da coceira; e
  • Controle dos espirros e da coriza.

Quando e como usar antialérgicos no dia a dia?

Além de entender como os antialérgicos agem, saber usá-los corretamente faz toda a diferença no tratamento.

Em casos de alergias sazonais, como rinite alérgica causada por poeira ou pólen, o uso pode ser prolongado por alguns dias ou semanas, sempre com orientação médica. 

Já em reações pontuais, como contato com substâncias irritantes ou alimentos, o antialérgico costuma ser utilizado de forma isolada, apenas para controlar os sintomas.

Outro ponto importante é o horário de uso. Alguns medicamentos, especialmente os de primeira geração, podem causar sonolência e são mais indicados para uso noturno. Já os anti-histamínicos de segunda geração permitem mais flexibilidade e costumam ser usados durante o dia, sem comprometer a rotina.

Além disso, respeitar a dose e a frequência recomendadas é essencial para garantir eficácia e segurança. O uso inadequado, seja em excesso ou por tempo prolongado sem acompanhamento, pode mascarar sintomas ou reduzir a efetividade do tratamento. 

Por isso, mais do que buscar o melhor antialérgico, é fundamental usar o medicamento da forma correta para o seu caso.

Qual o melhor antialérgico para crianças?

Quando o assunto é criança, a resposta é diferente: não existe o melhor antialérgico universal.

Tudo depende de fatores como:

  • Idade da criança;
  • Tipo de alergia;
  • Histórico de saúde; e
  • Frequência dos sintomas.

Por isso, a escolha deve sempre ser feita com orientação do pediatra.

De forma geral, os anti-histamínicos de segunda geração costumam ser mais indicados para crianças, justamente por causarem menos sonolência e interferirem menos na rotina.

Atenção: a automedicação não é recomendada, especialmente nessa fase.

Conheça os antialérgicos recomendados na Araujo

Na hora de escolher, contar com opções confiáveis faz toda a diferença. Conheça alguns dos antialérgicos disponíveis em nossas lojas:

Fexofenadina 180mg

A fexofenadina é um anti-histamínico de segunda geração.

  • Indicada para rinite alérgica e urticária;
  • Baixo risco de sonolência;
  • Uso comum em adultos.

Loratamed 10mg

O Loratamed contém loratadina, outro anti-histamínico moderno.

  • Indicado para alergias respiratórias e de pele;
  • Efeito prolongado (dose diária);
  • Menor impacto no sistema nervoso.

Histamin 2mg

O Histamin é um anti-histamínico de primeira geração.

  • Indicado para alergias, como urticária;
  • Pode causar sonolência;
  • Uso geralmente pontual.
  • Uso mais restrito devido às reações adversas

Efeitos colaterais comuns

Os efeitos colaterais variam conforme o tipo de antialérgico.

Primeira geração:

  • Sonolência intensa;
  • Boca seca;
  • Tontura; e
  • Diminuição da concentração.

Segunda geração:

  • Sonolência leve (em alguns casos);
  • Dor de cabeça; e
  • Fadiga leve.

Segundo o Ministério da Saúde, o uso correto e orientado reduz significativamente os riscos de efeitos adversos. Vale ficar de olho no que o seu corpo está sinalizando e, se houver reações inesperadas, o ideal é buscar orientação profissional.

Como escolher o melhor antialérgico com segurança no dia a dia

Escolher o melhor antialérgico não significa encontrar uma resposta única, mas entender o seu corpo, o tipo de alergia e o contexto de uso.

Os anti-histamínicos evoluíram e hoje oferecem opções mais seguras e confortáveis, especialmente os de segunda geração. Ainda assim, o ideal é sempre contar com a orientação de um profissional de saúde. 

Na Araujo, você encontra medicamentos com procedência garantida e uma equipe preparada para orientar em cada etapa. 

Se os sintomas aparecem com frequência, vale investigar mais a fundo. Cuidar da saúde é, muitas vezes, aprender a escutar os sinais do corpo. 

Fontes: 

 Organização Mundial da Saúde (OMS)

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares

Ministério da Saúde

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