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Obesidade: os hábitos da rotina moderna que impactam o peso 

foto da autora do blog da drogaria araujo

Por: Ellen Duarte

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logo da marca eli lilly, que ofereceu esse post em parceria com o blog da araujo
fast food na mesa de sofá, hábito comum na alimentação que impacta o peso

Obesidade e mundo moderno caminham lado a lado. Os números provam: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2025), mais de 1 bilhão de pessoas vivem com obesidade no mundo. No Brasil, o cenário também preocupa. Segundo o Ministério da Saúde, mais da metade da população adulta brasileira está acima do peso.

O aumento dos casos não acontece por acaso. A rotina moderna mudou a forma como as pessoas comem, trabalham, descansam e até se movimentam. Comida ultraprocessada barata e acessível, longas horas sentadas em frente às telas, noites mal dormidas e altos níveis de estresse criaram um ambiente que favorece o ganho de peso.

E existe um ponto fundamental nisso tudo: obesidade não tem uma única causa. Fatores genéticos, hormonais, emocionais, ambientais e comportamentais também influenciam diretamente.

Entender esse contexto ajuda a abandonar julgamentos simplistas e olhar para a obesidade de forma mais humana e completa.

A rotina acelerada virou combustível para a obesidade

Durante décadas, o esforço físico fazia parte da vida cotidiana. Caminhar longas distâncias, cozinhar em casa e realizar trabalhos mais ativos eram hábitos comuns.

Hoje, a lógica mudou. O mundo moderno trouxe praticidade, velocidade e tecnologia. Mas também criou uma rotina com menos movimento e mais estímulos alimentares.

Aplicativos entregam refeições em minutos, elevadores substituem escadas, o trabalho acontece diante de telas por horas seguidas e até o lazer ficou mais sedentário.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS, 2025), a combinação entre alimentação inadequada e baixa atividade física é um dos principais fatores relacionados à epidemia da obesidade.

O problema é que o corpo humano não evoluiu na mesma velocidade da tecnologia. Nosso organismo continua programado para economizar energia. Quando existe excesso de calorias e pouco gasto energético, o ganho de peso tende a acontecer.

E isso vai muito além da força de vontade.

Hábito modernoComo impacta o peso
Consumo de ultraprocessadosAumenta a ingestão calórica
SedentarismoReduz o gasto energético diário
Poucas horas de sonoEstimula mais fome ao longo do dia
Estresse constantePode favorecer alterações hormonais
Baixa ingestão de águaPode aumentar a sensação de fome

Hábitos que favorecem o ganho de peso

Alimentos ultraprocessados dominam a rotina

A praticidade ganhou espaço na cozinha e isso aparece diretamente no prato.

Produtos industrializados, snacks, refrigerantes, biscoitos recheados e refeições congeladas fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas.

Segundo dados do Vigitel, sistema de vigilância do Ministério da Saúde, o consumo frequente de bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados continua elevado entre os brasileiros.

Esses produtos costumam reunir três características perigosas para o controle do peso:

  • alta densidade calórica;
  • excesso de açúcar, gordura e sódio; e
  • baixo poder de saciedade.

Na prática, isso significa consumir muitas calorias sem perceber.

Enquanto uma fruta exige mastigação e oferece fibras, vitaminas e saciedade, um pacote de biscoito pode ser consumido em poucos minutos e estimular ainda mais fome logo depois.

Quando passar o dia sentado virou normal 

O sedentarismo no mundo atual não está ligado apenas à falta de academia. A redução do movimento acontece de forma silenciosa ao longo do dia.

Muitas pessoas passam horas sentadas trabalhando. Depois seguem de carro, aplicativo ou transporte público para casa. Quando finalmente conseguem descansar, o entretenimento geralmente envolve mais telas.

Segundo a OMS, adultos devem praticar pelo menos 75 a 150 minutos semanais de atividade física intensa . Ainda assim, milhões de pessoas não conseguem atingir essa meta.

E existe outro desafio: a sensação constante de falta de tempo. Quem já nunca pensou que não conseguiria encaixar exercícios na rotina?

As calorias que muita gente consome sem perceber 

Existe uma frase muito comum: “eu quase não como e continuo ganhando peso”.

Em muitos casos, a explicação pode estar nas chamadas calorias invisíveis.

São alimentos aparentemente inofensivos, mas altamente calóricos e consumidos de maneira automática no dia a dia:

  • cafés adoçados várias vezes ao dia;
  • bebidas industrializadas;
  • molhos prontos;
  • bolos embalados;
  • barras de cereais ou proteínas ultraprocessadas;
  • salgadinhos; e
  • alimentos congelados.

Além disso, a rotina corrida diminuiu o espaço de alimentos frescos como frutas, verduras e preparações caseiras. O resultado é um padrão alimentar mais calórico e menos nutritivo.

O hábito simples que muita gente ignora e pode favorecer o ganho de peso 

A hidratação também influencia diretamente no controle do peso. Muita gente troca água por refrigerantes, sucos artificiais e bebidas açucaradas ao longo do dia. O problema é que essas bebidas aumentam o consumo calórico sem promover saciedade adequada.

Além disso, a desidratação leve pode gerar sinais parecidos com fome. Ou seja, o corpo pede água, mas a pessoa interpreta como vontade de comer.

A própria LillyDirect aborda essa relação entre hidratação e bem-estar em um conteúdo educativo sobre hábitos saudáveis.

Saúde mental, sono e desigualdade social também fazem parte da crise de obesidade

Estresse e ansiedade alteram a relação com a comida

A vida moderna exige produtividade constante. Metas, cobranças, excesso de informações e preocupações financeiras criam um cenário de estresse contínuo. E isso afeta diretamente o comportamento alimentar.

Em momentos de ansiedade ou exaustão, muitas pessoas buscam alimentos mais calóricos como forma de conforto emocional.

Além disso, o aumento do cortisol, hormônio ligado ao estresse, também pode influenciar o acúmulo de gordura corporal.

Por isso, saúde mental e obesidade estão profundamente conectadas.

Leia mais: Ansiedade: o que é, sintomas e formas de controle

Dormir pouco aumenta a vontade de comer

O sono regula hormônios ligados à fome e à saciedade. Quando a pessoa dorme menos do que precisa, o organismo tende a aumentar a produção de grelina (hormônio da fome) e reduzir a leptina (relacionada à saciedade).

Leia mais: Insônia: causas, sintomas e tratamentos eficazes para dormir melhor

Na prática, isso significa mais vontade de comer ao longo do dia.

Quer aprofundar? LillyDirect também aborda esse impacto do sono sobre o peso corporal 

A desigualdade social também pesa nessa discussão

Falar sobre as causas da obesidade exige olhar para fatores sociais. Pessoas com menor poder aquisitivo frequentemente enfrentam jornadas longas de trabalho, menos acesso a alimentos frescos e pouco tempo disponível para cozinhar ou praticar atividade física.

Muitas vezes, os alimentos ultraprocessados acabam sendo a opção mais barata, prática e acessível. Por isso, especialistas reforçam que combater a epidemia da obesidade envolve também políticas públicas, educação alimentar e acesso à saúde.

Como a LillyDirect auxilia no tratamento da obesidade?

A obesidade é uma condição complexa. E o tratamento também precisa ser.

A LillyDirect Brasil funciona como uma plataforma digital de apoio com conteúdos educativos sobre obesidade e diabetes tipo 2, além de orientar pacientes na busca por médicos e farmácias especializadas.

A proposta da plataforma é oferecer informação acessível, acolhedora e baseada em evidências científicas.

Na página dedicada à obesidade, a LillyDirect reforça que cada pessoa possui uma experiência diferente com a doença. Isso inclui fatores emocionais, hábitos alimentares, rotina de sono, condições financeiras e histórico de saúde.

Confira: Campanha contra a obesidade LillyDirect

Esse olhar mais humano ajuda a reduzir estigmas e incentiva a busca por acompanhamento profissional adequado.

A obesidade no mundo moderno não nasce de um único hábito 

A relação entre obesidade e mundo moderno vai muito além da alimentação. O ambiente em que vivemos influencia diretamente nossos hábitos, escolhas e saúde.

Rotina sedentária, excesso de ultraprocessados, privação de sono, estresse constante e desigualdade social formam um cenário que favorece o aumento dos casos de obesidade no mundo atual.

Por isso, compreender a obesidade de maneira ampla é fundamental para combater preconceitos e buscar estratégias de cuidado mais eficazes.

Pequenas mudanças na rotina podem fazer diferença ao longo do tempo. E contar com informação confiável também ajuda nesse processo.

Se quiser entender mais sobre obesidade, hábitos saudáveis e suporte especializado, vale acessar os conteúdos educativos da LillyDirect e buscar orientação profissional individualizada.

FAQ

A obesidade pode ser causada apenas pela alimentação?

Não. Fatores emocionais, hormonais, genéticos e comportamentais também influenciam.

Dormir pouco favorece o ganho de peso?

Sim. A privação de sono altera hormônios ligados à fome e à saciedade.

O sedentarismo influencia a obesidade?

Sim. A redução do gasto energético é um dos fatores associados ao ganho de peso.

Fontes: 

Organização Mundial da Saúde (OMS)

Vigitel – sistema de vigilância do Ministério da Saúde

Lilly Direct

Scielo Brasil

Este artigo foi revisado pela médica endocrinologista Dra Thaís Pereira Costa Magalhães CRMMG 36771 drathaismagalhaes.com.br

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