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Mitos e verdades sobre fórmulas infantis

mãos de bebê segurando mamadeira sobre fundo azul

Quando o assunto é alimentação infantil, geralmente aparecem muitos mitos e verdades sobre fórmulas infantis, especialmente quando há a necessidade de complementar ou substituir o aleitamento materno. Os órgãos de saúde recomendam a amamentação exclusiva nos primeiros 6 meses de vida. No entanto, em algumas situações – por motivos de saúde materna, produção insuficiente de leite ou orientação profissional – as fórmulas infantis se tornam um recurso seguro e essencial para garantir que o bebê receba os nutrientes necessários.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023), o aleitamento materno exclusivo é recomendado até os 6 meses de vida e, sempre que possível, deve ser mantido de forma complementar até os 2 anos ou mais. No entanto, a própria OMS reconhece que as fórmulas infantis são alternativas seguras quando a amamentação não é possível ou suficiente, desde que utilizadas sob orientação profissional.

É importante lembrar que a indicação e o acompanhamento do uso de fórmulas infantis devem ser feitos por um médico pediatra ou por uma equipe especializada. Vamos mergulhar nesse universo com clareza, explicando como as fórmulas funcionam, desmistificando crenças comuns e dando orientações práticas para pais e cuidadores.

Saiba mais: Tudo sobre fórmula infantil: benefícios e recomendações

Como funcionam as fórmulas infantis?

As fórmulas infantis foram desenvolvidas com o objetivo de oferecer uma opção nutritiva para lactentes quando a amamentação não é possível ou quando o pediatra indica a necessidade de suplementação. Elas são produtos rigorosamente regulamentados por órgãos de vigilância sanitária (como a ANVISA no Brasil), que definem padrões de composição e segurança para atender às necessidades nutricionais de bebês.

A composição das fórmulas tenta se aproximar da do leite materno, embora não seja idêntica. As fórmulas trazem carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais em proporções ajustadas para suportar o crescimento infantil, e muitas incluem prebióticos e ácidos graxos como DHA e ARA, importantes para o desenvolvimento neurológico.

Existem também opções específicas, como fórmulas à base de soja ou sem lactose, que podem ser recomendadas em situações particulares, por exemplo, em casos de intolerância ou alergia diagnosticada.

Apesar das semelhanças nutricionais, nenhuma fórmula consegue reproduzir todos os componentes bioativos do leite materno, que inclui anticorpos, hormônios e substâncias que ajudam no desenvolvimento da microbiota e na proteção imunológica do bebê.

Leia mais: Quando a fórmula infantil é indicada para o seu bebê?

colher com fórmula infantil

Mitos e verdades sobre as fórmulas infantis

Aqui estão algumas crenças comuns sobre fórmulas infantis respondidas com clareza:

O uso de fórmulas pode ajudar mães que não podem amamentar.

Verdade.
Quando a amamentação exclusiva não é possível – seja por questões médicas, produção insuficiente de leite ou orientação profissional – as fórmulas oferecem uma alternativa segura e nutricionalmente completa para que o bebê continue a crescer e se desenvolver adequadamente.

A fórmula infantil é melhor que o leite materno.

Mito.
Embora as fórmulas sejam pensadas para nutrir o bebê, o leite materno é o alimento ideal nos primeiros 6 meses, oferecendo benefícios nutricionais e imunológicos que não podem ser replicados integralmente por nenhum produto industrializado.

Não há diferença entre a fórmula infantil e o leite de vaca.

Mito.
O leite de vaca integral não é recomendado para bebês menores de um ano porque sua composição proteica e mineral pode sobrecarregar os rins do bebê e não atender às necessidades específicas dessa fase. Já as fórmulas infantis são ajustadas para oferecer um perfil nutricional adequado e seguro.

O bebê engorda mais com a fórmula infantil.

Mito.
Bebês alimentados com fórmulas podem ganhar peso mais rapidamente do que bebês amamentados, devido ao perfil de proteínas e à forma de uso da mamadeira. Porém, isso não significa que engordar mais seja necessariamente melhor ou que isso se aplica a todos os bebês. Por isso, o acompanhamento pediátrico é essencial para avaliar o crescimento.

Fórmula dá cólica nos bebês.

Mito.
Alguns bebês parecem apresentar mais gases ou desconforto intestinal quando tomam fórmula em comparação com os que são amamentados. Isso pode estar relacionado à digestão mais lenta das fórmulas em alguns casos, mas não é uma regra universal. Ajustes na técnica de alimentação e a escolha da fórmula apropriada podem ajudar. Nesses casos, a avaliação médica específica é fundamental.

dois bebês deitados sobre cama branca bebendo mamadeira

Existem vários tipos de fórmulas infantis.

Verdade.
Existem diversas fórmulas no mercado: hidrolisadas, de soja, sem lactose, para prematuros, entre outras. Cada tipo é formulado para atender necessidades específicas de saúde e digestão. A escolha da fórmula ideal depende da orientação pediátrica conforme as necessidades do bebê.

Fórmula infantil é o mesmo que composto lácteo.

Mito.
Composto lácteo é um produto diferente, muitas vezes com adição de açúcar e outros ingredientes, e não segue os mesmos critérios nutricionais exigidos para as fórmulas. Ele não é indicado para lactentes menores de 2 anos e não substitui a fórmula infantil ou o leite materno.

Saiba mais: Fórmula infantil e composto lácteo: entenda as diferenças e saiba qual é ideal para o seu bebê

A fórmula serve para bebês com alergias.

Verdade.
Alguns bebês com alergias ou intolerâncias alimentares se beneficiam de fórmulas específicas, como as hidrolisadas ou à base de proteína vegetal, conforme orientação médica. Porém, identificar a alergia e escolher a fórmula correta exige avaliação profissional.

Bebê que toma fórmula tem menos imunidade.

Mito.
O leite materno contém anticorpos e fatores imunológicos que ajudam a proteger o bebê contra infecções. As fórmulas fornecem nutrição essencial, mas não replicam o efeito imunológico completo do leite materno. Isso não significa que o bebê que usa fórmula ficará doente ou sem proteção, mas sim que ele não recebe os mesmos componentes imunológicos naturais encontrados no leite materno.

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No site da Araujo há uma variedade de fórmulas infantis para diferentes fases de desenvolvimento e necessidades nutricionais. De opções tradicionais a fórmulas especiais, a nossa equipe de especialistas está pronta para ajudar com informações e orientações confiáveis para você tomar uma decisão segura junto ao seu pediatra.

Quer aprofundar? Guia completo: fórmula infantil e todos os cuidados essenciais com o seu bebê

Informação segura para escolhas mais conscientes

Quando falamos sobre mitos e verdades sobre fórmulas infantis, o essencial é separar informações confiáveis de crenças não fundamentadas. As fórmulas são uma ferramenta importante quando a amamentação não é possível ou quando o pediatra recomenda complementação. 

No entanto, o leite materno permanece como a referência de nutrição e proteção imunológica para os primeiros meses. O acompanhamento profissional e a leitura cuidadosa das necessidades individuais do bebê são peças-chave para uma rotina alimentar equilibrada e saudável.

Fontes:

Organização Mundial da Saúde

Minha Vida – Grupo Webedia

CNN Brasil

Baby Center

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